sonhos que não me deixam em paz. personagens conhecidos, locais novos. sempre uma situação adversa, sempre o mesmo fim. a presença dela me deixa mais calmo, me faz sentir que dentro de im ainda há um pedação de esperança que não se acaba tão facilmente. ao mesmo tempo, quando acordo, tudo é saudade. se tivesse tempo de lhe dizer adeus, se tivesse um momento para pensar na separação, será que a vontade de rever e reaver seria menor... eu não sei. escolhas, escolhas. olho para frente, fotografias em meu bolso que precisam ser queimadas. nada dele quero em minha vida, muito menos a lembrança. quando penso, seu rosto se enconbre em borrões distintos e agradeço por não ter de vê-lo. onde ele está eu posso imaginar, mas não tenho a menor intenção em algum dia ajudar. que apodreça, que sofra, que seu castigo seja o esquecimento.

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